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Dia Internacional da Mulher
  • A primeira proposta de criar um dia em homenagem às mulheres foi feita pelo Partido Socialista norte-americano em 1909.
  • No ano seguinte, a Internacional Comunista, realizada em Copenhague, decidiu colocar a idéia em prática, já que manifestações pelo direito de voto e fim da descriminação feminina se multiplicavam em todos os países industrializados.
  • Até 1913, nos Estados Unidos, a ocasião era lembrada no último domingo do mês de fevereiro. A data, porém, demorou a ser comemorada de fato: a primeira vez ocorreu em 1910, graças a uma iniciativa da 2ª Conferência Internacional das Mulheres, realizada em Copenhague (Dinamarca). O dia 19 de março acabou sendo escolhido para sediar a celebração. 
  • O dia 8 de março passou a ser o Dia Internacional dos Direitos da Mulher e pela Paz em 1977, por decisão da Assembléia Geral das Nações Unidas. Existem duas versões para sua escolha. 
  • Uma diz que nessa data, em 1857, 129 operárias de uma fábrica têxtil de Nova York entraram em greve. Além de salário igual ao dos homens, elas reivindicavam a redução da jornada de trabalho, que era de até 16 horas diárias. Os patrões trancaram as operárias e incendiaram a fábrica. Todas as grevistas morreram queimadas. 
A outra faz referência a uma manifestação de operárias em de São Petersburgo, em 1917.

Brasileiras que fizeram a história De A a C

Ada Rogato
Quebrou três recordes: foi a primeira, na América do Sul, a conseguir um brevê de vôo, em 1935, a participar de uma prova de pára-quedismo noturno e a pilotar um avião Cessna por todo o continente americano.

Alzira Soriano
Foi a primeira prefeita brasileira, eleita em 1928 em Lages, no Rio Grande do Norte, o primeiro Estado do país a garantir o direito de voto às mulheres.

Aparecida Wilma Pestana
Foi a primeira caminhoneira do Brasil e ganhou o título de Motorista do Ano, concedido pela Transportadora Trans-Ritmo em 1985.

Arlete Ziolkowski
É a primeira piloto comercial da história da aviação da América Latina. Ela foi contratada pela Vasp em 1986, depois de cinco tentativas.

Asaléa de Campos
Foi a primeira mulher árbitro de futebol reconhecida no mundo. Ela cursou oito meses a escola de árbitros da Federação Mineira de Futebol, em 1967. Mas foi só em 1971 que o diploma dela foi reconhecido pela FIFA.

Bertha Lutz e Carlota Pereira Queiroz
Foram as primeiras mulheres a participar de uma Assembléia Nacional Constituinte, em 1936 e 1934, respectivamente.

Carmen Portinho
É a terceira engenheira civil do país, formada, em 1926, pela Escola Politécnica. Ela foi a primeira a pensar conjuntos de habitação popular.

Cecília Bússolo
Em 1989, foi a primeira guarda-costas presidencial. Sua missão: controlar os passos de José Sarney.

Cláudia de Vasconcellos Guedes
Em 1995, foi a única árbitra de futebol da América do Sul convocada para os Jogos Olímpicos de Atlanta. E, quatro anos antes, entrou para a história como a primeira mulher a apitar um jogo numa competição da FIFA, o Mundial de Futebol Feminino, na China.

Cleuza Cruz
Foi a pioneira na condução de trólebus.

Os direitos da mulher no Brasil No ano de 1917, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de Maurício Lacerda que estipulava as normas para o trabalho feminino. Em 23 artigos, ficou estabelecido que as mulheres não poderiam ser admitidas em atividades ofensivas ao pudor ou a moral, trabalhos noturnos, subterrâneos e manipulação de inflamáveis, entre outras proibições.

O voto feminino só foi instituído em 1932, quando o presidente Getúlio Vargas publicou o novo Código Eleitoral. O documento previa o voto secreto e o direito de as mulheres elegerem e também serem eleitas para cargos políticos.

Mas, foi a Constituição Federal de 1988 que instituiu plena igualdade entre os sexos e transformou os direitos da mulher em princípio inabalável, proibindo qualquer forma de discriminação.

Atualmente, segundo dados do IBGE, as mulheres representam 40,4% da população economicamente ativa do país.
Linha do tempo

1850
Surgiram no Brasil as primeiras organizações de mulheres em prol do direito de educação e de voto.

1932
Getúlio Vargas promulgou o Código Eleitoral que deu às mulheres o direito de voto.

1933
Carlota Pereira de Queiroz torna-se a primeira mulher a ocupar o cargo de deputado federal.

1983
Foram criados em São Paulo e Minas Gerais os Conselhos da Condição Feminina.

1985
Surgiu o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, responsável por formular políticas que levem ao fim da discriminação contra as mulheres.

1995
Foi instituída uma cota mínima para mulheres 20% nas candidaturas dos partidos. O projeto de lei pertencia à deputada Marta Suplicy.

1997
A nova lei de cotas determinou que cada partido ou coligação reservasse o mínimo de 30% e o máximo de 70% para cada sexo.




























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